sexta-feira, 7 de maio de 2010

Furto de gravadores por deputado

Ricardo Rodrigues, vice-presidente da bancada do PS, explica que “tomou posse”, de forma “irreflectida”, de dois gravadores da revista Sábado, durante uma entrevista, porque foi exercida sobre ele uma “violência psicológica insuportável”
Este deputado assumiu que tomou posse dos gravadores de forma irreflectida. No entanto, não pediu desculpas, nem se dignou a entregar, imediatamente, os gravadores que furtou.
Esta atitude do vice-presidente da bancada do PS constitui, para mim, um lamentável episodio, que envergonha todos aqueles que fazem da politica uma actividade séria e responsável.
Mas, o que mais impressiona em tudo isto é a atitude dos membros e deputados do PS que, completamente alheados da realidade dos factos, fazem uma defesa acérrima do deputado em causa, conformando-se com os factos praticados pelo mesmo.
O PS vem revelando que não olha a meios na defesa dos seus correligionários, valendo tudo para manter o statu quo daqueles que lhe são fiéis.
Será que não está na altura dos nossos políticos ganharem um pouco de lucidez, para perceberem que a solidariedade entre colegas não pode implicar a aprovação da violação dos mais básicos princípios, por que se deve reger a actividade política?
Marcelo Pinho

2 comentários:

Anónimo disse...

Violência psicológica não foram as perguntas dos jornalistas, mas sim as respostas que o Sr. deputado não deu.
Este deputado tinha já demonstrado na comissão de inquérito a forma sobranceira e sectária como trata os assuntos do estado. Agora demostrou em todo o seu explendor o seu carácter
João Filipe

Anónimo disse...

Ui....se o MMS tivesse ganho alguma coisa...eu acho que as masmorras seria instaladas no ... Alentejo...sempre há mais espaço. Parece que os autos de fé eram muito comuns por lá....o caro Marcelo é que pode dizer ...não é?

Enviar um comentário