O Primeiro Ministro assumiu em Bruxelas que decidiu reduzir a meta do défice de 8,3% para 7,3% previsto no PEC, aprovado há dois meses, aceitando rever a construção das grandes obras públicas, depois de ter afirmado há dias que as mesmas iriam avançar.Este governo está desnorteado, governa à vista, sem a mínima visão estratégica e de futuro para País. Sobe os impostos num ano, para os baixar no outro, aumenta desmesuradamente os salários num dia, para os congelar no dia seguinte, sobe as prestações sociais hoje, para as reduzir amanhã. Para todas as contradições encontra uma justificação enxameada de demagogia pura, para justificar o injustificável. E nós, incrédulos, fazemos de conta que acreditamos…
3 comentários:
Isto é indecente. Os nossos governantes parecem gestores de empresas falidas
João Ricardo
Fala por si. Eu não acredito nem acredito nos que quiseram enfileirar em partidozecos e se acomodaram à expectativa - inocente - de poderem vir a ganhar alguma coisa. Com uma atitude ditadora, patética e simplesmente anedótica. O resutado foi o que se viu....
Bem... lá críticas chovem do grupinho do MMS,... Ainda não percebi para que serviu isso... gastar dinheiro? Poupem para que quando chegarem à reforma não andem a contar os cêntimos como a minha avó!
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